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IA · Publicado em out/2025

Usar IA sem terceirizar o raciocínio

Integrei GitHub Copilot e Claude no meu fluxo diário. O ganho real não é digitar menos — é ter um segundo olhar em cada decisão.

O que mudou no meu fluxo

Uso IA em três pontos específicos do ciclo de desenvolvimento:

Onde a IA ajuda de verdade

O valor está no trabalho mecânico que consome tempo sem consumir inteligência: scaffolding de testes, formatação de documentação, primeira passada de review. Libera tempo para o que importa: decisões de arquitetura, tradeoffs de performance, alinhamento com o time.

Onde eu não delego

Decisões de arquitetura, escolha de padrões, modelagem de domínio. A IA não tem contexto sobre o negócio, sobre as limitações do ambiente, sobre acordos internos do time. Ela sugere o que parece correto sintaticamente — mas "compila" não significa "faz sentido em produção".

O aprendizado

A responsabilidade pelo contexto, pela arquitetura e pelo código em produção continua sendo minha. A IA é uma ferramenta — como o IDE, como o profiler, como o debugger. Quem decide o que entra em produção sou eu. Mas ter um segundo olhar constante, que não cansa e não pula linhas, é uma vantagem real.